Terça-feira, 23 de Março de 2010

Visões (actualizado em 24.03.2010)

 

 

 

 

 

 

 

 

O que eu não gostei de ver na Final da Taça da Liga de domingo passado. O Bruno Alves a mostrar de forma insistente quatro dedos.

 

  

 

Sim senhor, o FC Porto é tetra campão em título. E depois? Ganhou alguns pontos adicionais por isso? Quanto calha até nos subtraem alguns dos pontos que conquista!

 

   

 

De que é que serviram no domingo os quatro títulos conquistados, que o Bruno Alves tão orgulhosamente exibiu? Rigorosamente para nada.

 

  

 

O Bruno Alves, com aquele gesto fez-me recordar os rivais de domingo, que, por dá cá aquela palha, vêm de lá e exibem orgulhosamente os trinta e tantos títulos conquistados (antes também eram as Taças europeias, mas dessas já se curaram!). E não gostei!

 

 

 

 

Os quatro títulos são passado, e estávamos então no presente. O Bruno Alves tinha mais era de jogar, e o resto é conversa.

 

 

 

 

 

 

(também não gostei do frango do Nuno. Mas isso, deixo à conta de obra do Espírito Santo!)

 

   

 

O que eu gostava de ter visto na Final da Taça da Liga de domingo passado. O Bruno Alves a portar-se como um capitão do FC Porto. A honrar a braçadeira e o número de camisola que enverga (que, para mim, vale tanto um como o outro!).

 

 

 

O que eu gostaria de não tornar a ver. O Bruno Alves a envergar aquela camisola e aquela braçadeira. O tratamento adequado era o mesmo que foi ministrado ao Bosigwa, quando ficou de fora da Final da Taça de Portugal. No FC Porto, não joga mais!

 

 

 

O que eu gostava de ver. Um FC Porto de cabeça levantada no que resta de temporada (eu sei que é díficil. Agora, a tudo o resto, ainda se somam as lesões. É a estória do cão sarnento e das pulgas...).

 

 

 

O que eu gostei de ver na Final da Taça da Liga de domingo passado. Rigorosamente nada.

 

 

 

 

(Minto. Gostei do sentido de humor do Jesualdo Ferreira: "Foi um jogo equilibrado", ou lá o raio que ele disse, e da capacidade de redundância do Jorge Jesus: "As melhores oportunidades de golo concretizadas na primeira parte foram nossas". Pudera!)

 


Pós-texto (em 24.03.2010): Aquilo que disse acerca do Bruno Alves teve por base aquilo que vi do jogo (e não foi muito...).

Ou seja, a jogada com o Aimar e, fundamentalmente, o que mais a mim me irritou, a história dos quatro dedos.

 

Mas depois de ouvir os comentários e queixumes benfiquistas, digo: tenham santa paciência!

 

Falta, na jogada do Bruno Alves com o Aimar? Falta de quê? Ou de quem, mais propriamente? O jogador do FC Porto afasta a bola, e o Aimar, que nestas coisas, como bem demonstrou em Leiria, é uma espécie de Tulius Detritus, da "Zaragata" do Astérix (até na altura!), mete lá o corpinho. E dá-se o choque. Falta? Porquê?

 

O que se passou daí para a frente, foi uma vergonha. Mas, falta?

 

Na jogada com o Kardec, têm também toda a razão. Se o Bruno Alves queria ser expulso, então mais valia ter acertado em cheio. É que assim, não lhe tocando, é agressão na forma tentada, e se o Dr. Ricardo Costa sabe disso, ainda leva um castigo igual ao do Vandinho. Agora a sério. Foi uma estupidez, e devia ter sido punido.

 

Nas jogadas com o Cardozo, uma delas (a segunda) é perfeitamente casual, e acontece em todos os jogos. Há por lá um braço a mais, mas não me parece que seja assim tão grave. Na primeira jogada, aí sim, o jogador do Benfica leva uma cabeçada, que também me parece poder ser acidental, mas depois é puxado pelo Bruno Alves. Será assim tão grave? Três de quatro situações, em noventa minutos?

 

Pelo menos não cometeu a cobardia de pontapear a bola contra um adversário caído no relvado, ou fazer-lhe uma festinha com a biqueira da bota, ou dar-lhe um pontapé. Há quem tenha feito isso, sem grandes problemas.

 

Só mais um pormenor. As queixas estendem-se também a um lance em que o Raúl Meireles "atinge" o Kardec. Ó santa ignorância. Então o jogador do Benfica não prende a bola com o jogo a decorrer? E isso não é jogo perigoso passivo? Que por acaso, o árbitro nem se dignou a assinalar.

 

O jogador tenta jogar a bola e atinge o adversário, que comete falta. O que é que queriam que fizesse? "Fica lá com a bola ó Kardec, que eu vou-me embora!", à espera da falta.

 

Faz lembrar a jogada do Beluschi contra o Paços de Ferreira. Se não dão sequência à jogada, é certo e sabido que, a favor do FC Porto, os árbitros ignoram essas jogadas. Mesmo assim o Jorge Sousa ignorou, quanto mais...

   

música: Bad day - Daniel Powter
publicado por Alex F às 19:08
link do post | comentar | favorito
|

.Junho 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.posts recentes

. Quando uma coisa é uma co...

. O acordo necessário e a n...

. No limiar da perfeição

. In memoriam

. FC Porto 2016/2017 - Take...

. A quimera táctica do FC P...

. No news is bad news, (som...

. Poker de candidatos

. A anormalidade normal

. Ser ou não ser, um apelo ...

.Facebook

.Let's tweet again!

.links

.tags

. todas as tags

.arquivos

.mais sobre mim

blogs SAPO

.subscrever feeds