Quinta-feira, 23 de Janeiro de 2014

Panteão, Panteão aos molhos

 

Quanto é que querem de aposta que esta discussão à volta do Salgueiro Maia e do Panteão, se é que vai chegar a ser discussão, ficava resolvida num vê se te avias, se ele tivesse a filiação clubística certa?

 

E nem sequer valia a pena pensar se o próprio, estaria para aí virado...

 

Um excelente exemplo do que é a vacuidade das prioridades neste País.

 

É como diz o Miguel Sousa Tavares na sua última crónica:

 

"Na democracia que aparentemente defendem, todos são livres de ter opinião - desde que ela coincida com as suas e com as que convém ter"

 

Ou como Fialho de Almeida terá escrito, e se mantém tão actual:

 

"O problema de Portugal é a fatalidade de quase todos os desgraçados serem parvos"

 

Ou quererem fazer deles...

 

A propósito, parece que lá para os lados da Calimeroláxia a coisa esteve animada ontem.

 

Panteão p'ró Bruno!

 

JÁ!

sinto-me:
música: Alecrim - popular
publicado por Alex F às 08:42
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