Foi assim que Özil, jogador do Real Madrid, comentou no Twitter a recente vitória do Real “Moudrid”, sobre o próximo adversário do FC Porto.
Como se depreende, aquele resultado aconteceu muito por força do trabalho do árbitro do encontro, que fez saltar a tampa ao Special One. Como se fosse preciso muito para isso…
Bem, mas o que nos interessa é o Sevilha, que muito sinceramente, com todo este folclore à volta do árbitro e do Mourinho, não sei se terá feito uma grande exibição.
O que mais me preocupa nesta equipa, sem sombra de dúvida, é o facto de alinhar preferencialmente com uma disposição táctica muito britânica, embora praticando um futebol claramente dentro dos cânones latinos.
Os defesas-laterais pouco ou nada sobem, os médios centro, um mais defensivo, também pouco se adianta, cabendo ao outro subir, mas sem grandes expectativas de construção de jogo, o qual é carrilado fundamentalmente pelos médios-ala. Na frente, em permanência dois avançados, mais ou menos fixos (descem à vez, para receber a bola e/ou tabelar com os médios vindos de trás).
Este último ponto chateia-me de sobremaneira, porque a nossa postura defensiva parece estar mais talhada para defender um 4-3-3, do que um 4-4-2. Até contra o Genk, uma das equipas mais fraquitas que já defrontámos, se viu isso.
Só para terem uma ideia, aqui fica a representação gráfica das equipas iniciais e finais do Sevilha e do Real Madrid, tirada da Marca, onde podem encontrar mais pormenores:
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