De zé luís a 4 de Maio de 2012 às 16:55
Alex, caguei-me a rir com a história do (coitado) passarinho.

Quanto ao resto, não previa tal nexo de causalidade.

Contudo, não obstante, porém, acho de liminar justiça que se separe a Justiça de alguma coisa semelhante no campo desportivo.

Se aceitámos as reacções díspares da parte civil no tocante ao Pífio Dourado, devemos manter como boa essa separação e não privilegiar uma quando nos dá jeito.

Sendo assim, não incomoda nada um julgamento, a não ser mais um peso no erário público para uma coisa que nunca se fará, pois se lá chegarmos os jogadores já estarão longe e porventura reformados nas suas terras, sendo que, daí, entretanto, perder-se-á a possibilidade de se fazer Justiça, como devem pensar os homens de bem chegados a Tribunal.

Prefiro ficar com a estória do passarinho. O resto é merda.
De Alex F a 4 de Maio de 2012 às 17:32
@Zé Luís,

Meu Caro,

Não é minha intenção privilegiar neste caso a justiça desportiva, porque até daria jeito. Tal seria impossível de todo, até porque quem escreveu aquele trecho, apesar de o ter escrito, não se absteve de fazer a valoração que fez do papel dos stewards, enquanto agentes desportivos, e de aplicar o castigo que aplicou.

É todo o contrário. Quero é ver qual será a reacção daqueles que (sobre)valorizam a (in)justiça desportiva em detrimento da justiça à séria, caso a juíza, para desta vez decidir a seu contento, venha a ignorar aquele acórdão.

Quanto ao passarinho, nem a cobertura o safou do gato. Coitado! ;)

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