Quarta-feira, 19 de Novembro de 2014

Só para ter a certeza…

Afinal, o Tozé é menos portista porque simulou uma falta e tentou sacar um amarelo ao adversário, ou porque o fez naquela jogada com o Martins Indi, e contra o FC Porto?

 

É que eu lembro-me do Paulinho Santos a sair do relvado estendido na maca, e a fazer o sinal de OK (infelizmente, não consegui localizar na net a imagem alusiva. Se alguém quiser fazer o favor, esteja à vontade).

 

Alguém vai querer pôr em causa o portismo do Paulinho Santos? E não se preocupem com a resposta que derem, que, quase de certeza, ele não lê este blog.

 

Agora, vamos lá por imagens.

 

Se quisessem escolher uma imagem que simbolizasse a mística do FC Porto, a superação de si próprios, o pensar no outro como em si mesmo, a luta aguerrida até ao último instante, o Ser Porto, o sentir a chama azul e branca no sangue, o pulsar do fogo da determinação e da garra nas veias, o fazer do impossível o possível, do ganhar e crescer independentemente de quem está do contra, do outro lado, a congeminar na sombra (descrição de mística do FC Porto, do Ser Porto, ou do portismo, como quiserem, retirada, com a devida vénia, do blog Porto Universal), qual das imagens escolhiam?

 

Esta, onde estes senhores festejam no encerramento do nosso pior campeonato dos últimos 30 anos, uma vitória no Dragão sobre o já campeão nacional, que viria a conquistar também as Taças de Portugal e da Liga:

 

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Ou esta, onde um Senhor chora após a conquista de um hexa, sim hexacampeonato de andebol?

 

João Pinto Hexa

 

Eu tenho a minha resposta, não deixem que a maiúscula em “senhor” os influencie na Vossa.

 

Voltarei a este assunto, dependendo das respostas, se as houver.

publicado por Alex F às 13:42
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13 comentários:
De Alex F a 20 de Novembro de 2014 às 22:14
Que quer que lhe diga Pedro?

Que o seu portismo hard me parece ter bastantes semelhanças com os exemplos de benfiquismo que enunciei?

Que sendo assim, prefiro de caras aquilo que chama de portismo soft?

Penso que já percebi o seu ponto de vista, e acho que também já terá percebido o meu.

Agradeço-lhe a sugestão do Indi como tema para um próximo post, e em vez de lançar mais questões, deixo-lhe também uma sugestão tipo "faça você mesmo":

Porque é que não se dedica você mesmo a escrever sobre os temas que acha pertinentes, em vez de esperar que outros o façam.
De Pedro a 21 de Novembro de 2014 às 10:55
Alexandre,

Não necessita ficar na defensiva....

Julgo que tem um blog com a caixa de comentários aberta, correto?

Se é para evangelizar e pregar a sua palavra, fecha a caixa, é muito simples e deixa de ter de aturar portistas como eu.

Eu estou a escrever sobre os temas pertinentes, não me tem lido o que lhe tenho escrito aqui no seu blog? Julgo que o exercício que faço é o mesmo.

Já agora, se quiser pode-me explicar como o meu portismo hard se identifica com os exemplos de benfiquismo?

E já agora, podia partilhar a sua opinião sobre o lance do Toze´(jogador do FCP) que num jogo contra o FCP, que o FCP o deixou jogar, em quem o FCP ainda acredita, fez com o INDI, jogador atual do FCP.

Volto-lhe a fazer a pergunta: Se o Tozé conseguisse ter explulso o INDI, ainda tinha feito este post sobre a sua defesa, ou ai a temática do post seria outra?
De Alex F a 21 de Novembro de 2014 às 14:00
Bem, vamos por partes.

Começando pelo fim. Se no lance sobre o Tozé tem sido marcada falta, e estamos no domínio dos "ses", provavelmente em primeiro lugar, censuraria o árbitro, por assinalar uma falta inexistente.

Provavelmente, censuraria o jogador por ter feito fita. E digo provavelmente, porque como já disse, o fairpaly é, cada vez mais, uma treta.

Agora, o que eu garanto é que, se soubesse que o jogador, por estar a jogar contra nós tinha tido um comportamento diferente daquele que teria numa qualquer outra situação igual, aí sim, o rapaz não teria água para se lavar.

Ou seja, se tivesse feito o mesmo que os jogadores que citei, e que, posso estar enganado, mas foi o que me pareceu estar a defender.

Quanto à parte da evangelização. Eu não pretendo evangelizar quem quer que seja com este blog. Aliás, este blog deve ter para aí umas vinte visitas por dia. Digamos que, como evangelizador, estava feito...

Escrevo porque gosto, e nem sequer é para matar o tempo livre, e expresso aquilo que penso.

Há quem goste, e pelos vistos quem não goste. É como tudo na vida.

A caixa de comentários está aberta por opção minha. E ainda bem, porque se não fosse assim, talvez não tivéssemos tido este interessantíssimo diálogo (não sei se já reparou, mas não há muitos comentários por aqui!).

Volte sempre que é um prazer aturá-lo.

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