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Azul ao Sul

Algarvio e portista E depois? O mar também é azul...

Azul ao Sul

Algarvio e portista E depois? O mar também é azul...

Il y a quelque chose qui cloche

12
Dez12

"Fomos avisados do que podia acontecer em Coimbra"

 

 «roubo...de Vaticano»; Xistra é um dos nomes que «devem ser impedidos» de apitar jogos dos encarnados.

 

[o clube] e Vitor Pereira, presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, «já tinham sido avisados do que podia acontecer ontem à noite em Coimbra». Por isso, (…) que se investiguem as nomeações dos árbitros em Portugal, já que os prejuízos são «sempre para os mesmos»

.

«Quem dirige a arbitragem» deveria impedir a escolha de nomes como Pedro Proença, Olegário Benquerença, Carlos Xistra, Soares Dias, João Capela, Hugo Miguel e Rui Silva para os jogos dos encarnados. «Nos últimos 5 anos prejudicaram sempre a mesma equipa».

 

 

FPF pune Rui Gomes da Silva com suspensão de 11 meses

 

 

O Conselho de Disciplina da FPF considerou que este dirigente do Benfica atentou contra a «honra e reputação» da instituição ao questionar a arbitragem do Académica-[etc.].

 

O Conselho de Disciplina puniu Rui Gomes da Silva por 10 meses depois de este ter dito que o «[clube] foi avisado do que poderia acontecer em Coimbra», mensagem que o vice-presidente encarnado disse que chegou ao presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, Vítor Pereira.

 

O órgão da FPF decidiu ainda punir Rui Gomes da Silva, que também terá de pagar uma multa de 5253 euros, com mais um mês de pena por falta de comparência para prestar declarações no decorrer do inquérito.

 

 

Rui Gomes da Silva recorre de castigo de 11 meses

 

 

o [clube] pretende recorrer para o Conselho de Justiça do castigo aplicado a Rui Gomes da Silva, atual vice presidente do clube.

A TSF apurou ainda que existe perplexidade em relação à forma como foram tratadas as declarações de Rui Gomes da Silva à comunicação social.

O conselho de disciplina, de acordo com as fontes contatadas, não se terá detido na investigação da denúncia feita pelo vice presidente encarnado.

 

 

"Tentei, mas Vieira não quis falar comigo"

 

Godinho Lopes garante que fez tudo o que estava ao seu alcance para falar com Luís Filipe Vieira. O presidente do Sporting recusa a ideia, colocada a correr, de que os leões não tentaram o contato direto com o [outro clube].

 

(…) é portanto «mentira» que o Sporting não tenta comunicado formalmente (…) a intenção de adiar o jogo de segunda-feira.

 

«(…), desde as 11 horas de sexta-feira, que tinha conhecimento que queríamos adiar o jogo», diz Godinho Lopes, em declarações ao Record. «Não só esperei pelas 10h45 da manhã para saber se haveria jogo, em função da inspeção da UEFA, como minutos depois enviei um documento oficial para a Liga, naturalmente com cópia para o [adversário], a requerer o adiamento do derby».

 

«Não é que tenha prazer em falar com ele, mas ele é que não me atendeu e nem respondeu à minha mensagem».

 

E continua o ataque, sublinhando que o [outro clube] alegou «razões ridículas» para não adiar a partida e evitar mais conversas sobre o tema. E quais são essas razões?

«Invocaram o facto de as contas do incêndio na bancada do Estádio da Luz não estarem ainda fechadas. Admito que Luís Filipe Vieira não tivesse sido informado dos motivos que foram alegados a este nível, mas foi isto que se passou»

O dirigente insiste ter pedido a várias pessoas (…) para chegar à fala com Vieira. Sem sucesso. «Tomei a iniciativa de enviar sms (…), depois de ter tentado entrar em contacto através de telemóvel».

 

«Não me apeteceu falar com ele de manhã. Não é uma pessoa que aprecie”

 

 

João Gabriel desmente Godinho Lopes

 

O diretor de comunicação (…), João Gabriel, disse hoje que os “encarnados” apenas vão esclarecer a questão do alegado pedido de adiamento por parte do Sporting do dérbi de segunda-feira, da 11.ª jornada da I Liga de futebol, depois do jogo.

 

«Só após o jogo de segunda-feira (…) agirá em conformidade e de forma a repor a verdade dos factos, que não é aquela que é dita pelo senhor presidente do Sporting»

 

«As três equipas que vão entrar em campo merecem-nos demasiado respeito para comentar essas declarações», afirmou João Gabriel.

 

Para o responsável “encarnado”, «o jogo deve ser jogado dentro das quatro linhas».

 

 

Já pagámos uma fatura de termos tido um aldrabão

 

 

«Só dou confiança a quem eu quero e a quem merece», comentou Luis Filipe Vieira a propósito do pedido dos leões para adiar o jogo e do facto de Godinho Lopes ter dito que o presidente encarnado se recusou a atender-lhe o telefone. «Nós benfiquistas já pagámos uma fatura de termos tido um aldrabão durante três anos, por isso não tenho mais nada a dizer sobre esse aspeto», afirmou, ainda (…), numa alusão clara a Vale e Azevedo.

 

«(…) um aldrabão que deixou o clube como deixou e ainda estamos a pagar a fatura»

 

 

(...) não jogou com dois guarda-redes

 

Após a vitória (…) sobre o Sporting por 1-3, Luís Filipe Vieira falou na zona mista do Estádio de Alvalade e aproveitou para enviar um recado ao rival FC Porto.

 

«[A equipa] só jogou com um guarda-redes, ao contrário de outras equipas que jogam com dois guarda-redes», ironizou o presidente, referindo-se ao corte da bola com a mão de Alex Sandro no desafio da 11.ª jornada entre o FC Porto e o Moreirense.

 

 

 

Serei só eu, ou há aqui qualquer coisa que não joga?

 

Primeiro são avisados do que poderia acontecer em Coimbra, e até têm uma lista de nomes que não querem ver indigitados para os jogos da sua equipa.

 

Depois, faltam à audiência para prestar declarações no âmbito do inquérito que se seguiu às declarações proferidas.

 

A seguir, interpõem recurso. Porquê? Aparentemente por causa da forma como foram tratadas as declarações, e por não terem sido investigadas as denúncias.

 

Ora, se o próprio denunciante se abstém de prestar declarações no inquérito, iam investigar o quê?

 

Por sua vez, Godinho Lopes diz que tentou contactar o homólogo, mas que do outro lado, não quiseram falar com ele, nem sequer se dignaram a responder-lhe à sms.

 

Mais, que teriam sido alegadas razões para essa recusa, e que as mesmas eram ridículas.

 

Prontamente desmentido, ficou a reposição da verdade com rendez-vous agendado para depois do jogo.

 

Acaba o jogo, e o que acontece?

 

Aparece alguém a chamar-lhe por meias palavras, aldrabão, e a disparar em todas as direcções, desde Vale e Azevedo ao FC Porto.

 

E quanto ao resto? Sobre o busílis da questão? Nada a dizer? Houve ou não contactos? Houve ou não telefonemas e sms?

 

O que é que o FC Porto e o árbitro do jogo com o Moreirense, têm que ver com o caso?

 

Onde é que está “reposta a verdade dos factos”? Basta dar a entender que do outro lado está um aldrabão, e numa extraordinariamente perspicaz constatação do óbvio, argumentar que jogam só com um guarda-redes?

 

Porque será que este comportamento cobarde de acusar em falso, de lançar o odioso para cima de outros, sem nunca fundamentar as acusações, a não ser com base em vídeos do YouTube, de criar cortinas de fumaça e usar truques de prestidigitação, para desviar as atenções, é tão recorrente em certas pessoas?


 

Nota: para que conste, e para que não me acusem de pretenciosismo, o título não é originalmente meu. Numa consulta no Google, encontrei-o aqui, num contexto completamente distinto.

Os insultos “soejes”

07
Abr11

Quem não nunca recebeu na vida uma “tampa”? Uma nega de uma rapariga?

 

Poderá haver quem não o queira admitir, mas, de certo que poucos se poderão ufanar legitimamente de tal. Eu também não.

 

A mais interessante que alguma vez me deram foi qualquer coisa do género: “Ah, e tal (não foi assim, que na altura não haviam gatos malcheirosos, mas faz de conta…) o Verão está a acabar, estou-me quase a ir embora, mais vale ficarmos só amigos”.

 

E de facto, era verdade. O Verão acabou, ela foi-se embora, e ficámos amigos. Pela minha parte, acho que até hoje, apesar de praticamente termos perdido o contacto.

 

Mas a pior, a mais bera das “tampas” que alguma vez presenciei, foi a um amigo meu (sim, garanto que foi a um amigo, e não era imaginário!). Depois de ter passado uma boa parte da noite a “perseguir” uma rapariga num bar, a certa altura aproximam-se os dois do balcão, perto do sítio aonde eu estava encostado, e ela pede uma bebida. Ele diz-lhe qualquer coisa, não me lembro o quê, e vai daí, ela já farta, sem deixar bater a bola no chão, afinfa-lhe:

 

“É pá, não sabia que empilhavam merda até tão alto!”

 

Conviria ter dito antes que este meu amigo tem para cima de um metro e noventa de altura.

 

Não faço a mínima ideia de quanto mede o Rui Gomes da Silva (não estou a falar da estatura moral, que essa é de certeza bem rasteirinha), mas quando o vejo a falar na televisão, lembro-me desse meu amigo.

 

E ainda por cima, esta tendência começa a alastrar-se a outros lídimos representantes, ou donaldes, do segundo classificado da Liga Zon Sagres. Pudera, quem os ouve, parece que está perante um daqueles filmes da Esther Williams, com aquelas lindíssimas demonstrações de natação sincronizada.

 

 

 

Quando oiço o Rui Gomes da Silva chamar-nos “virgens ofendidas”, por nos queixarmos da confusão que alguém terá feito na Cesta do Pão, entre os interruptores da luz e da rega, dá-me vontade de rir.

 

Resumir a situação ocorrida à molha e à falta de luz, quando são as próprias autoridades policiais que suscitam a questão da sua gravidade em termos de segurança, é o tipo de irresponsabilidade que se espera de alguém que teve funções ministeriais no (des)Governo da Nação e de Santana Lopes, ou vice-versa.

 

 

 

Comparar o que aconteceu, com a meia-final da Taça de Portugal Millenium, já se viu que tem tanta aderência à realidade factual das coisas, como 99,99% daquilo que Rui Gomes da Silva usualmente diz.

 

Agora, alguém fazer, em directo, a figura de donalde, que António-Pedro Vasconcelos fez na pretérita terça-feira, é por demais triste. Como é que alguém, que, quer se queira quer não, é um nome conhecido na praça pública, se presta a ir para um programa televisivo debitar algo que alguém lhe cochichou, prontificando-se, desde logo, a desmentir-se num próximo programa?

 

Vergonha na cara, é um conceito assim tão inatingível?

 

É claro que lá vai ter que vir o desmentido. O comunicado da SAD do FC Porto é bem elucidativo sobre o momento em que se desligou a iluminação no Dragão, e sobre o motivo pelo qual os jogadores portistas não saíram ao relvado, acompanhados pelas criancinhas de vermelho vestidas.

 

Depois vem acusar o FC Porto de “Falta de fairplay” e o Miguel Guedes de ter desrespeitado um compromisso assumido entre os três paineleiros? É curioso, porque os “Fundos” de um e de outro, são praticamente idênticos. Ou seja, se um não respeitou o compromisso, o que se lhe seguiu fez exactamente a mesmíssima coisa.

 

 

É “Falta de fairplay” recusar dar as mãos às criancinhas e, no calor dos festejos da vitória, os portistas, com alguns jogadores incluídos, entoarem cânticos, que poderiam, no entender do indivíduo em questão, configurar “insultos soejes”, às mães dos benfiquistas?

 

Sobre as criancinhas está tudo dito. Quanto aos insultos, o infeliz donalde, enquanto pessoa do Mundo e bem informado, deveria ter já percebido que, chamar “filho-da-puta” a alguém, há muito que deixou de ter a interpretação literal que ele quer atribuir, em prol da sua vitimização.

 

O “filho-da-puta” deixou de ser de alguma forma, exclusivo daqueles cujas mamãs exercem (ou exerceram) oficial ou oficiosamente, a “mais velha profissão do Mundo”, ainda que também por aí os haja, para estender-se àqueles que praticam actos que são autênticas “filha-de-putices”.

 

Deste ponto de vista, quando se mimoseia alguém com tal epíteto, não é a digníssima progenitora a visada, como pretende o ofendido, mas sim, o próprio. Portanto, escusa de se preocupar com a dignidade e o bom-nome de algumas, eventualmente, dignas senhoras, e será melhor começar a olhar mais para o seu umbigo, como faz em todas as outras ocasiões em que lhe dá jeito.

 

E, que moral tem o dito para criticar os portistas quando, como Miguel Guedes bem o lembrou, do seu lado, outros, como o ilustríssimo Petit, incorreram em idêntico pecadilho?

 

Por certo, nunca terá ouvido o cântico que os seus colegas apaniguados de clube costumavam dedicar ao presidente do FC Porto por esse País fora. Aquele em que modificaram a letra do “Frére Jacques”

 

Ou talvez tenha perdido aquele episódio dos seus humoristas de eleição, onde, em pleno horário nobre, teve lugar o maior assassínio de carácter alguma vez visto em canal aberto na televisão nacional.

 

Refiro-me à leitura feita num programa de felinos imundos, do famoso livro escrito a quatro mãos da escritora alternativa Carolina Salgado.

 

…e nem vale a pena vir com tiradas humorísticas e alegar, por exemplo, que só se pode assassinar o carácter de quem o tem!

 

Afinal, quem são as “virgens ofendidas”?

 

E, porque carga d’água é que se sentirá insultado alguém, que semanalmente, se presta a por à prova a pouca dignidade que lhe resta, dedicando-se ao papel, e de papéis deverá ele perceber, de dar eco ao guião que outros lhe dão para recitar?

 

A realidade até pode ser “soeje”, mas não deixa de ser real, por muito que custe a alguns.