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Azul ao Sul

Algarvio e portista E depois? O mar também é azul...

Azul ao Sul

Algarvio e portista E depois? O mar também é azul...

Quatro (quase) fantásticos

23
Mar12

Hoje, de todos os dias, não queria deixar de escrever qualquer coisa.

 

Foi precisamente neste dia, há quatro anos atrás, que nasceu o "Azul ao Sul". Faz hoje, portanto, o seu quarto aniversário.

 

Tem sido um percurso algo acidentado, que meteu de permeio duas interrupções na actividade, e daí o "quase", no título do texto.

 

Este último regresso às lides bloguistícas, que aconteceu efectivamente, no início do presente ano, tem corrido às mil maravilhas. O mês de Fevereiro e no que vai decorrido de Março, os números de visitantes que por aqui passa(ra)m entraram directamente para o Top3 do número de visitas, e Janeiro também lá esteve.

 

Não está mau, para uma baiúca destas.

 

 

 
Como disse noutras ocasiões, ou se não disse, devia tê-lo dito, não foi esse o objectivo com que iniciei este passatempo. Mas já agora, podendo juntar o útil ao agradável, porque não?
 
Além disso, isto é complicado. Não por falta de assunto, e aí, tenho muito a agradecer à malta do segundo classificado na tabela da Liga, mas essencialmente, porque redigir os textos e, principalmente, muitas vezes, pô-los cá no momento oportuno, não é fácil. Por vezes, perde-se o timming ideal, e lá vão eles...
 
Bem, como já devem ter percebido, muito do que para aqui vai não passa de alucinações, ou é fruto da maneira como vejo o que vai acontecendo no panorama futebolístico. A esse nível, não contem com grandes melhoras!
 
Vou tentar continuar como até aqui. Fundamentalmente, vou tentar continuar, e tanto quanto possível, fazer minhas as máximas do "Bibó Porto, carago!" e do "Dragão até à morte", ou seja, "Quanto mais mentirem sobre nós, mais verdades diremos sobre eles" e "Todos juntos somos poucos para vencê-los".
 
O meu muito Obrigado, a todos os que cá vêm.
 
Entretanto, falando de futebol, ali ao lado, em Olhão, parece que a partida acabou empatada. Olha que azar!
 
...e parece que o Aimar foi expulso por não ter enfiado uma patada, ainda que ao de leve, num adversário. Olha que pena!
 
Este João Capela começa a subir na minha consideração. E eu que estava com dúvidas em relação a esta nomeação do Vítor Pereira (o dos árbitros).
 
O Capela, não sei se se lembram, foi o tal que quando o FC Porto veio a Olhão, não assinalou uma falta para grande penalidade sobre o Hulk, que depois a Comissão de sei lá o quê, veio dizer que era mesmo falta.
 
Tendo este antecedente em conta, e a expulsão do Pouga (e a exibição global que fez), num jogo do mais grande do Mundo dos arredores de Carnide, contra o Leixões, aqui há duas épocas, de que ainda não me esqueci, tinha as minhas dúvidas. Afinal, o homem gosta mesmo de Olhão. Deve ser mais ou menos como o Bruno Paixão e Barcelos...
 
 
 
 

 

Falando de árbitros e nomeações, será que alguém é capaz de me explicar porque é que as nomeações para esta jornada são o inverso das da ronda anterior?

 

Na 23.ª jornada, todos os clubes dos cinco primeiros lugares da classificação apanharam árbitros internacionais, excepto o segundo classificado. Nesta, todos apanham árbitros não internacionais, excepto, adivinharam, o segundo classificado. Porque será? Haverá alguma lógica por detrás deste fenómeno?

 

Sporting x Feirense. É facil, vai o Vasco Santos. O André Gralha estará na Pedreira, na recepção do SC Braga à Académica. Na nossa ida à capital do móvel, vamos ter o Hugo Pacheco, e na ilha dos buracos, vai estar o Jorge Ferreira, no Marítimo x Gil Vicente.

 

Sem contar com o Vasco Santos, os demais são muito pouco rodados nestas andanças. Será que o nosso encontro em Paços de Ferreira é mais pacífico, que o de Olhão? Hugo Pacheco. Bem, o Hugo Pacheco é um aspirante a Paulo Baptista, ou quando muito a Elmano Santos. Estará à altura? Bem, no Estádio da Lucy, na segunda jornada sempre safou os da casa.

 

E o André Gralha em Braga? Não merecia algo mais?

 

Enfim, a ver vamos, como diria o Stevie Wonder... 

A hora dos delfins

20
Jan12

 

Que escolha selecta de juízes para os jogos grandes do fim de semana!

 

As grandes esperanças do apito nacional vão estar em campo nos desafios dos três grandes. O portuense Vasco Santos no Olhanense x Sporting, o madeirense Marco Ferreira, na visita do Gil Vicente à Cesta do Pão e o lisboeta Hugo Miguel, no Dragão, na nossa recepção ao Vitória de Guimarães.

 

Será o teste para ver quem ascende a internacional? Que são os três grandes candidatos, não há a menor dúvida. Vasco Santos e Hugo Miguel estavam à algum tempo na rampa de lançamento, agora juntou-se-lhes Marco Ferreira, quiçá, presidência da Liga oblige.

 

Este último consegue ser esta época o árbitro que mais partidas onde entram os grandes apitou – seis. Na última jornada esteve no Dragão, na nossa vitória sobre o Rio Ave, e também já lá tinha estado aquando da visita do Vitória de Setúbal.

 

À Cesta do Pão também será a sua segunda visita, pois havia por lá passado a acompanhar o Olhanense.

 

No Dragão vamos ter o Hugo Miguel, e é mais uma segunda aparição, neste caso no nosso palco, onde arbitrou antes, à nona jornada, o encontro com o Paços de Ferreira. Tirando esse jogo, apenas esteve na deslocação calimera a Vila do Conde. Três joguinhos, nada de especial, portanto.

 

O Vasco Santos vem em flagrante perda na corrida para a internacionalização. Têm-se visto menos no que vai decorrido desta temporada do que na transacta, em que se especializou em dirigir o mais grande do Mundo dos arredores de Carnide, especialmente em casa (quatro jogos, três caseiros). No que vai de Liga Zon Sagres 2011-12, é apenas a sua terceira aparição entre os grandes, repetindo o Sporting, que já dirigiu em casa na recepção ao Nacional da Madeira.

 

A outra, como não poderia deixar de ser foi na Cesta do Pão, com a Académica de Coimbra.

 

Perguntarão: então e os internacionais? Pois é, nesta jornada só o João “pode vir o João” Ferreira e o Jorge Sousa, é que vão estar em jogos da divisão principal, e este sob o pseudónimo de “Manuel Sousa”, respectivamente no Nacional da Madeira x Feirense e no SC Braga x Rio Ave.

 

Os outros? Os outros, uns estarão na Liga Orangina, e os outros em casa, de pantufas, como eu.

Tijolo após tijolo...

12
Abr10

O FC Porto lá conseguiu levar de vencido o Rio Ave. Nada de muito extraordinário, se levarmos em linha de conta que nos últimos três jogos disputados na Liga Pescada, os vilacondenses apresentavam o impressionante score de um golo marcado onze sofridos, contando por derrotas todos esses jogos.

 

A atitude do Rio Ave neste jogo, não teve nada a ver, por exemplo, com a atitude demonstrada no jogo com o mesmo adversário, para a primeira mão da meia-final da Taça de Portugal, competição onde a equipa de Vila do Conde até poderia aspirar a fazer um “bonito”, mas que acabou por perder em casa, por 1-3.

 

É assim. Quando se perdem quatro jogos de enfiada, o pessoal tende a chatear-se, e a fazer das tripas coração no jogo seguinte.

 

Bem, mas o que interessa é que o FC Porto mereceu ganhar. E ganhou. Por um a zero, com um golo do, em boa hora, ressuscitado Farías, que deve ser o jogador com mais baixo índice “toque-na-bola/golo” da Liga. Ou seja, temos o jogador que perde mais bolas (Hulk), e o jogador que marca mais golos, com menos toques!

 

Ainda que alguns, como o João Vieira Pinto e o Carlos Brito, pelo menos, digam o resultado mais justo seria o empate, tendo em conta as oportunidades perdidas pelo Rio Ave, e mais as negadas (finalmente!) pelo Helton.

 

Se o resultado foi justo ou não, acho que não vale a pena ir por aí. Em futebol, como dizia o meu amigo Uva, “só contam as que entram”.

 

Agora, uma coisa é certa: assistimos a mais uma daquelas arbitragens com que o FC Porto tem vindo a ser frequentemente brindado, desta vez, por intermédio do sr. da foto, o estudante de trinta e três anos, Vasco Santos.

 

Só jogadas duvidosas de possíveis penáltis a favor do FC Porto, foram, a meu ver, três (há quem diga que foram cinco, mas já dou duas de borla!). Então, a jogada da falta do Jefferson sobre o Farías, é mais que evidente.

 

A mão do José Gomes e a falta do André Vilas-Boas sobre o Falcão, enfim…

 

Mas se fosse só isso, muito bem andariam as coisas. O que me chocou, mais ainda do que isto, porque demonstra uma total ausência de critério (ou o contrário!), foram as sucessivas infracções cometidas sobre jogadores portistas, ou não assinaladas, ou brindadas, suavemente, com cartões amarelos.

 

Por volta dos 40 minutos, o André Vilas-Boas faz, de seguida, falta para amarelo sobre o Hulk (que ficou inferiorizado para o resto do jogo), o árbitro dá a lei da vantagem, e o mesmo Vilas-Boas vai fazer nova falta sobre um jogador do FC Porto. E o árbitro torna a dar a lei da vantagem, o FC Porto perde a bola, tal a vantagem de que usufruía, e o Rio Ave enceta um contra-ataque perigoso.

 

Uma jogada “dois-em-um”, assim a modos que como aquela do Moisés, no Belenenses x SC Braga. Com uma pequena diferença: o Moisés foi expulso. O André Vilas-Boas levou o décimo segundo (!!!) cartão amarelo da época, e vai ficar de fora no próximo jogo.

 

Mais tarde, o lateral-esquerdo do Rio Ave, Sílvio, de seu nome, que já no jogo da primeira volta deveria ter sido expulso, tem uma entrada em “tesoura”, sobre o Hulk, e viu também o cartão amarelo. O décimo, neste caso.

 

E é isto. Faltas, faltas e mais faltas, graves e menos graves, que são cometidas, e que os árbitros preferem ignorar. Se for sobre o Hulk então…nem vale a pena pensar nisso.

 

Tá visto que um gajo com caparro, não pode jogar à bola!

 

E deste senhor árbitro, que também esteve no famoso Benfica x Nacional da Madeira, dizem que é uma das promessas da arbitragem portuguesa. As outras devem ser o Artur Soares Dias (não, espera, este já está confirmado, e é internacional e tudo!), e o João Capela.

 

Está encontrado o trio de jarras que vêm substituir os jarrões chineses Lucílio Baptista – Olegário Benquerença – João Ferreira.